Aluguel Hospitalar

Aluguel de guincho de transferência

Guincho de transferência é um equipamento de elevação com cinta, usado para mover pessoas com mobilidade reduzida. O aluguel segue o contrato da locadora, e a cobertura por plano ou SUS depende de contrato e de serviço local.

Por Equipe editorial. Publicado em , revisado em .

Onde alugar guincho de transferência

As locadoras estão listadas por cidade, com telefone e selo de confirmação. Nenhuma empresa declarou equipamentos ainda; a página da cidade lista todas as locadoras, e a declaração por item entra pela reivindicação.

Ou escolha pela lista de estados.

O que é e para que serve

Guincho de transferência é um equipamento de elevação, formado por uma base com rodas, uma coluna, um braço e um conjunto de ganchos que prendem uma cinta. A cinta envolve a pessoa, e o equipamento a levanta e a desloca de um ponto a outro, por exemplo da cama para uma cadeira. No mercado, o item também aparece como guincho hospitalar, elevador de pessoas ou guincho para acamados.

Em termos gerais, o equipamento serve para reduzir o esforço físico de quem cuida e para movimentar pessoas com pouca ou nenhuma mobilidade. Este texto descreve o item. A forma de usar, o tipo de cinta e a necessidade do equipamento são definidos pela equipe de saúde e por quem entrega e treina na instalação. O site não ensina procedimento de transferência.

No aluguel, a locadora entrega o guincho, as cintas e, em alguns casos, o carregador, e recolhe tudo ao fim do prazo.

Tipos e variações

Os modelos mais comuns são os seguintes.

  • Guincho elétrico móvel: tem motor e bateria recarregável, com controle de mão ou botoeira. É o modelo mais encontrado em locação residencial.

  • Guincho hidráulico: a elevação é feita por bomba manual, sem motor. Dispensa carregador, mas exige força para acionar a bomba.

  • Guincho de teto ou de trilho: o motor corre por um trilho fixo no teto. Exige instalação e é menos comum no aluguel.

  • Guincho de parede ou de coluna fixa: fixo em um ponto e usado em locais específicos. Pouco comum em contratos domiciliares.

  • Guincho com balança: alguns modelos de uso mais clínico têm balança integrada.

  • Guincho dobrável: a coluna dobra, o que facilita o transporte.

As cintas, chamadas de slings, são um item à parte. Elas existem em tamanhos e formatos diferentes, com ou sem apoio de cabeça, e em modelos para banho, que secam rápido. A escolha da cinta é feita por quem acompanha o caso, e a locadora informa as opções que tem. Quando a pessoa é movida da cama para a cadeira, o guincho se relaciona com a cama hospitalar e com a cadeira de banho, que têm páginas próprias.

O que costuma ser considerado na escolha

Os critérios abaixo dizem respeito ao equipamento e ao ambiente, e podem ser conferidos na ficha técnica.

  • Carga máxima: o peso total que o modelo suporta, informado pelo fabricante no manual ou na etiqueta.

  • Largura da base e altura da coluna: a base precisa passar por portas e corredores, e a coluna precisa caber sob o teto e sob a estrutura da cama.

  • Vão livre sob a cama: algumas bases entram por baixo da cama, o que exige altura mínima.

  • Espaço de manobra: área livre para girar o guincho no quarto e no banheiro, incluindo a retirada da cinta.

  • Tipo de acionamento: elétrico, hidráulico ou de trilho. Isso define se o modelo precisa de tomada e carregador.

  • Bateria: tempo de carga e autonomia declarada, e se há segunda bateria.

  • Cintas: quantidade, tamanhos e tipos incluídos, e a possibilidade de reposição.

  • Piso: tipo de piso e desníveis, que afetam o deslocamento do equipamento.

Medir o quarto e a base da cama antes do orçamento é uma etapa que reduz trocas. O guia de adaptar o quarto em casa lista outros pontos do ambiente.

Como funciona o aluguel deste item

Como é um equipamento de elevação, o contrato costuma ser mais detalhado que o de itens simples. Os pontos mais frequentes são o prazo, o valor do período, a entrega e a montagem, a manutenção, a reposição de cintas e a responsabilidade por danos. Algumas locadoras fazem uma visita inicial para apresentar o equipamento, e isso deve constar do contrato.

O prazo de entrega é informado pela locadora e varia conforme a cidade e o momento. Este site não promete prazo e não afirma que determinado modelo está disponível.

Na entrega, convém registrar o estado geral do guincho, da bateria, do carregador, dos ganchos e das cintas, e perguntar quem atende em caso de defeito e em que prazo declarado. A página sobre como funciona o aluguel trata do caminho geral.

O uso do equipamento em pessoas é orientado por quem o entrega e pela equipe de saúde. Este site não ensina procedimento em paciente.

O que o plano e o SUS costumam cobrir

No plano de saúde, o Parecer Técnico nº 05/GCITS/GGRAS/DIPRO/2024, de 30 de agosto de 2024, da ANS, afirma que a Lei nº 9.656/1998 não inclui a atenção domiciliar entre as coberturas obrigatórias e que o Rol não prevê cobertura obrigatória para procedimentos executados em domicílio. As operadoras podem oferecer cobertura maior, por iniciativa própria ou por previsão expressa em contrato. O parecer não trata do guincho, e a cobertura depende do contrato e da segmentação do plano. Consulte seu contrato e sua operadora.

No SUS, o Ministério da Saúde informa que o serviço de atenção domiciliar pode apoiar pacientes que precisam de equipamentos e outros recursos de saúde, e que o acesso é geralmente feito no hospital em que o usuário estiver internado. Quais itens o serviço fornece varia conforme o município, e a equipe local informa. O assunto está tratado em obrigação do plano com home care.

Regularização na Anvisa

O guincho de transferência é um equipamento de uso em saúde e, dependendo da classificação, fica sujeito a notificação ou a registro como dispositivo médico. Conforme a RDC nº 751/2022, os dispositivos das classes de risco I e II são sujeitos a notificação, e os das classes III e IV, a registro. A classificação de cada modelo é feita pelo fabricante ou importador junto à Anvisa.

Para conferir, peça à locadora o número de notificação ou registro do modelo. A RDC prevê que a rotulagem traga esse número, precedido da sigla de identificação da Anvisa. Com o número, a consulta de produtos para saúde, no site da Anvisa, permite pesquisar pelo sistema de consultas ou pela lista dos produtos regularizados. O passo a passo está em como saber se o equipamento é regularizado.

Cinta e guincho podem ter números distintos, porque são peças de fabricantes ou linhas diferentes. Por isso, vale pedir o dado dos dois. Para encontrar empresas por cidade, veja locadoras por estado.

Uma explicação do equipamento como objeto está em como funciona o guincho de transferência.

Perguntas frequentes

O que é um guincho para acamados?
É o nome usado no mercado para o guincho de transferência, equipamento com braço de elevação e cinta que levanta uma pessoa e a desloca de um ponto a outro, como da cama para a cadeira. O uso é orientado pela equipe de saúde e por quem entrega o equipamento.
O guincho de transferência é elétrico ou manual?
Existem os dois. O elétrico tem motor e bateria recarregável, e o hidráulico é acionado por bomba manual. A locadora descreve o tipo de cada modelo no orçamento.
O guincho alugado inclui a cinta?
Varia conforme a locadora. A cinta é a peça que envolve a pessoa e há tamanhos e formatos diferentes. Confirme por escrito se ela está incluída, em qual tamanho, e como é feita a troca em caso de desgaste.
O plano de saúde cobre o guincho de transferência?
O Parecer Técnico nº 05/GCITS/GGRAS/DIPRO/2024, da ANS, afirma que a atenção domiciliar não está entre as coberturas obrigatórias do Rol e depende de previsão contratual. Consulte seu contrato e sua operadora.
Como conferir se o guincho é regularizado na Anvisa?
Peça o número de notificação ou registro do modelo e pesquise na consulta de produtos para saúde da Anvisa. A página de verificação deste site mostra o caminho.

Fontes

  1. ANS, Parecer Técnico nº 05/GCITS/GGRAS/DIPRO/2024 (atenção domiciliar)acesso em 11 de outubro de 2026
  2. Ministério da Saúde, Atenção Domiciliaracesso em 11 de outubro de 2026
  3. Anvisa, RDC nº 751/2022 (classificação de risco, notificação e registro de dispositivos médicos)acesso em 11 de outubro de 2026
  4. Anvisa, Consulta de produtos para saúdeacesso em 11 de outubro de 2026

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